sexta-feira, 1 de março de 2013

Não


Poesia perdida - Soneto


Solidando


Liberdade


Na janela... (Indriso)


Minha história (Parceria)


Ficou no passado - Poemeto


Solidão e tristeza (um rondel)


Esperança


Sonhos desfeitos


Trovas ao vento


Muralha da Fé (Acróstico)


Haicai


Ama-me


Aurora do amor - Poemeto


Simplicidade


No mundo da mata (Poema infantil)


Culpa do Vento (indriso)


Quem sou eu

Minha foto
Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Percorri caminhos diversos, até chegar aos meus versos. E, no caminho dos versos, há flores e beija-flores. Há incentivadores, impulsionadores. Esses, na virturealidade, são grandes amores... No meu jardim de flores e cores, moram versos, amores e beija-flores. Lilases e de todas as cores. Eu, Poeta Posso compor poemas, minha morfina, Na solidão de quem muito imagina; Nos versos que componho sou sofrimento, Mulher, homem, solidão contentamento. Meu verso é a falsidade que respira, Ou a mentira que parece verdade, mas é mentira. Posso usar o caminho torto, a contramão, O inverso do verso, o avesso da razão; Posso chorar versos mentirosos, imaginados, Versos atormentados, tristes, inventados E ser mais eu ou menos eu na poesia. Eu, poeta, posso ser mera fantasia. Posso intrigar-me em teias E sem dó, esvaziar minhas veias. E posso imaginar a esvoaçante borboleta, Que embeleza e imprime a marca do poeta. Sou poeta mentirosa Tanto em verso, quanto em prosa. Jane Moreira

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