sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Gramática do Amor


Escorrência


Liberta



Perdi o juízo
Libertei a menina
Soltei meu riso
E as garras da felina

Sigo o rastro da minha criança
Perseguindo meu graal
Livre sem cobrança
Certa que irei até o final

Lanço-me inteira à aventura
Fecho a cortina do passado
E descerro o véu do futuro

Minha lei, meu arbítrio libertado
Fazem do mero sonho, a grande procura
Que, enfim, se tornará meu legado.


Versos ao vento - parcerias


Outubro


Ofício do Poeta


Racionalizando


Silêncio!





Noite de Poesia


Por Engano


Outubro


O Poeta


Mar


Quem sou eu

Minha foto
Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Percorri caminhos diversos, até chegar aos meus versos. E, no caminho dos versos, há flores e beija-flores. Há incentivadores, impulsionadores. Esses, na virturealidade, são grandes amores... No meu jardim de flores e cores, moram versos, amores e beija-flores. Lilases e de todas as cores. Eu, Poeta Posso compor poemas, minha morfina, Na solidão de quem muito imagina; Nos versos que componho sou sofrimento, Mulher, homem, solidão contentamento. Meu verso é a falsidade que respira, Ou a mentira que parece verdade, mas é mentira. Posso usar o caminho torto, a contramão, O inverso do verso, o avesso da razão; Posso chorar versos mentirosos, imaginados, Versos atormentados, tristes, inventados E ser mais eu ou menos eu na poesia. Eu, poeta, posso ser mera fantasia. Posso intrigar-me em teias E sem dó, esvaziar minhas veias. E posso imaginar a esvoaçante borboleta, Que embeleza e imprime a marca do poeta. Sou poeta mentirosa Tanto em verso, quanto em prosa. Jane Moreira

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