quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Dos porquês e emoções


Vivendo livre


Como se fosse


Apatia


O Poeta


Sem saída


Natureza Perfeita






Rumo certo (Soneto livre)


Ah a saudade!


A força do amor


O piscar do tempo


Desatino


Passaporte


Pelo avesso


Primavera


Quem sou eu

Minha foto
Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Percorri caminhos diversos, até chegar aos meus versos. E, no caminho dos versos, há flores e beija-flores. Há incentivadores, impulsionadores. Esses, na virturealidade, são grandes amores... No meu jardim de flores e cores, moram versos, amores e beija-flores. Lilases e de todas as cores. Eu, Poeta Posso compor poemas, minha morfina, Na solidão de quem muito imagina; Nos versos que componho sou sofrimento, Mulher, homem, solidão contentamento. Meu verso é a falsidade que respira, Ou a mentira que parece verdade, mas é mentira. Posso usar o caminho torto, a contramão, O inverso do verso, o avesso da razão; Posso chorar versos mentirosos, imaginados, Versos atormentados, tristes, inventados E ser mais eu ou menos eu na poesia. Eu, poeta, posso ser mera fantasia. Posso intrigar-me em teias E sem dó, esvaziar minhas veias. E posso imaginar a esvoaçante borboleta, Que embeleza e imprime a marca do poeta. Sou poeta mentirosa Tanto em verso, quanto em prosa. Jane Moreira

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