sábado, 18 de outubro de 2014

De Cores e Vozes


Da Fé


Aos Trancos e Barrancos


Arte de Fingir


Sorte


Parto Poético


Aconchego


Majestosa Natureza


Gestação


Carpe Diem (outra formatação)


Cores Perdidas


Em frente...enfrente


Tarde de Espera


Versos ao Vento (Parcerias)


Versos ao Vento (Parcerias)


Versos ao Vento (Parcerias)



Quem sou eu

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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Percorri caminhos diversos, até chegar aos meus versos. E, no caminho dos versos, há flores e beija-flores. Há incentivadores, impulsionadores. Esses, na virturealidade, são grandes amores... No meu jardim de flores e cores, moram versos, amores e beija-flores. Lilases e de todas as cores. Eu, Poeta Posso compor poemas, minha morfina, Na solidão de quem muito imagina; Nos versos que componho sou sofrimento, Mulher, homem, solidão contentamento. Meu verso é a falsidade que respira, Ou a mentira que parece verdade, mas é mentira. Posso usar o caminho torto, a contramão, O inverso do verso, o avesso da razão; Posso chorar versos mentirosos, imaginados, Versos atormentados, tristes, inventados E ser mais eu ou menos eu na poesia. Eu, poeta, posso ser mera fantasia. Posso intrigar-me em teias E sem dó, esvaziar minhas veias. E posso imaginar a esvoaçante borboleta, Que embeleza e imprime a marca do poeta. Sou poeta mentirosa Tanto em verso, quanto em prosa. Jane Moreira

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