terça-feira, 22 de agosto de 2017

De Veludo





Depois do arco-íris


Meu lugar


A Chuva e a Flor


Distribuindo encanto


A Carta


Reflexão


Simbólicas Flores


Amor Por Amor Clama - formatação de Fátima


Amor por amor clama (formatação de Marita)


Caminhante noturno


Versos ao vento


Versos ao vento





Versos ao vento


Aurora do Amor



Aurora do amor


Mãe


Versos ao vento


Versos ao vento


Quem sou eu

Minha foto
Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Percorri caminhos diversos, até chegar aos meus versos. E, no caminho dos versos, há flores e beija-flores. Há incentivadores, impulsionadores. Esses, na virturealidade, são grandes amores... No meu jardim de flores e cores, moram versos, amores e beija-flores. Lilases e de todas as cores. Eu, Poeta Posso compor poemas, minha morfina, Na solidão de quem muito imagina; Nos versos que componho sou sofrimento, Mulher, homem, solidão contentamento. Meu verso é a falsidade que respira, Ou a mentira que parece verdade, mas é mentira. Posso usar o caminho torto, a contramão, O inverso do verso, o avesso da razão; Posso chorar versos mentirosos, imaginados, Versos atormentados, tristes, inventados E ser mais eu ou menos eu na poesia. Eu, poeta, posso ser mera fantasia. Posso intrigar-me em teias E sem dó, esvaziar minhas veias. E posso imaginar a esvoaçante borboleta, Que embeleza e imprime a marca do poeta. Sou poeta mentirosa Tanto em verso, quanto em prosa. Jane Moreira

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